quarta-feira, agosto 23, 2017

BULLS HAMBURGUERIA, NÃO É FAST FOOD!

Se tem uma coisa nessa vida que eu amo é comer, ainda mais em lugares diferentes. Não sei aí onde vocês moram, mas aqui em Brasília a onda do momento é hambúrguer artesanal, então estamos com diversas opções para experimentar. Não costumo fazer esse tipo de post aqui no blog, até porque normalmente eu esqueço de fotografar os lugares, e acho que seria bacana começar a indicar lugares legais para comer.
E, bom, eu não vou em lugares caros, vou onde é limpo, atende bem, tem comida boa e acessível. Perdi anos da minha vida comendo em fast food e só me dei conta de que estava realmente perdendo tempo depois de trabalhar em uma grande rede dessas aí. Não julgo quem vai, mesmo porque eu já fui muito, mas acredito que existe uma infinidade de comidas melhores pela mesma faixa de preço. Depois que descobri o paraíso que é hambúrguer artesanal aí é que não vou mesmo.

A Bulls foi uma indicação de uma amiga que também tem um ótimo gosto para comida. Eu e o Rodrigo fomos duas vezes e definitivamente não temos do que reclamar. O ambiente é muito tranquilo, arrumado, limpo e, claro, lindinho. O atendimento é ótimo, as meninas são super atenciosas, o pedido não demora a sair.
A primeira vez que fomos lá, eu pedi um sanduíche com uma carne só, mas infelizmente não lembro o nome. O Rodrigo pediu um com duas carnes e era bem gigante. Essas batatinhas são ótimas, achei bem legal o corte, já que estava bem acostumada àquele formato tradicional. Além disso é uma fofura essa bandeirinha que vem no sanduíche.
Eles têm uma grande variedade de opções, tanto de sanduíches, quanto bebidas e sobremesas. Meu suco preferido já passou pelo Instagram (segue lá @milcaabreu) e é de abacaxi com hortelã. Lá no insta muita gente me perguntou qual era o sabor. Eis a resposta.

De sobremesa nós só experimentamos o shake de leite ninho que vem nesse potinho fofo. A gente só costuma pedir sobremesa quando temos certeza de que não vamos passar mal; temos um histórico de comer demais e passar mal, sabe. Mas já sei que nas próximas vezes vou querer pedir outros sabores.
Como eu disse antes, não temos do que reclamar e pretendo voltar lá outras vezes. Caso você seja de Brasília ou esteja passando pela capital vale conhecer.

Endereço: Cine 01 - Loja 11-A Comercial Praça 1 - Gama, Distrito Federal Setor Leste, Brasília - DF, 72450-010
Telefone: (61) 3710-4567 / Fanpage

sexta-feira, agosto 18, 2017

UMA TARDE COM AS MINAS GEEKS

Das coisas mais legais que a internet pode nos oferecer, para mim, sem dúvida, as amizades são a melhor parte. Ano passado, quando a Kah esteve aqui em Brasília, foi a coisa mais legal que me aconteceu. Você nunca imagina quão próximo ficará das amizades virtuais e mesmo longe nós mantemos essa amizade. Não vejo a hora de poder visitá-la também. Acontece que depois de achar que nunca conheceria blogueiras tão legais quanto por aqui, me vi no meio de um grupinho de meninas sensacionais e doidas.
A Karol do blog Woman Rocker criou o grupo ano passado Corrigindo: quem criou foi a Thainá (sabe de nada, Jon Snow) e desde então nós conversamos bastante. Às vezes alguém dá uma sumida, ficamos caladinhas, mas sabemos que estamos lá umas para as outras e se precisar é só gritar. Eu já tentei várias vezes formar um círculo de amigas blogueiras aqui em Brasília, mas confesso que nunca deu muito certo, já que a maioria por aqui fala mais sobre moda e beleza. Bom, acontece que depois de muito tempo, combinamos de nos encontrar e mesmo faltanto algumas meninas nós fomos e foi bem divertido. 
Foi uma tarde de sábado e decidimos ir ao Castelinho no Parque da Cidade. Pasmem, eu não conhecia! Levamos algumas comidinhas e a Karol levou marmitinhas - só de lembrar dá água na boca - então fome nós não passamos. Quando chegamos lá estava bem tranquilo e até vazio, mas como nem tudo é perfeito, logo apareceu um grupo de meninos lutando com espadas, machados, martelos, armaduras e toda a loucura possível. Rimos, mas a vontade era de chorar, eu tinha certeza de que levaríamos uma paulada a qualquer momento.
E aí que depois de tanto tempo sem fotografar, peguei a Karol como cobaia e fiz alguns clicks dela. Aquela pessoa fotogênica e aquela fotógrafa salva pela modelo. Estou tão enferrujada que nem criatividade para tirar foto tenho ultimamente, mas vamos torcer para ser uma fase né? Além disso, o lugar super ajudou de tão bonitinho que era. 
E para finalizar, uma foto da Cananda. Amei conhecer cada uma delas e ainda faltam a senhorita Erica, a senhorita Lara e senhorita Thainá, mas já estamos conversando sobre o próximo encontro e elas duas principalmente estão proibidas de faltar.

segunda-feira, agosto 14, 2017

LIVRO | SERIAL KILLERS, DOCUMENTO VERDADE

Mais um livrinho que encontrei perdido nos estandes da Feira do Livro e que decidi juntá-lo à minha coleção de histórias sobre assassinos em série. Para ser bem sincera, a maioria dos casos descritos nesse livro eu já tinha ouvido falar mesmo que superficialmente. Mas sabe quando você não enjoa de um determinado tema? É basicamente isso. 
Não me perguntem o motivo, mas gosto muito desse tipo de histórias. Não consigo imaginar porque uma pessoa tira a vida de outra e acredito que nada justifique, mas a maioria desses serial killers passaram por tanta coisa durante toda a vida, que uma pessoa normal talvez não conseguiria superar nunca. Acho que quando a pessoa tem que ser, ela simplesmente nasce com esses instintos e matar é algo natura, tanto é que vários assassinos já disseram que se fossem soltos voltariam a matar.
Sinopse: Entender o que passa na mente de um assassino em série não é nada simples. Teriam eles doenças mentais ou são apenas pessoas carregadas de maldade? Em Serial Killers, selecionamos relatos de dez dos piores assassinos em série da história do mundo. Serão contados caso a caso, desde as suas vidas até os crimes bárbaros - que marcaram para sempre a história da sociedade na qual ocorreram. Neste livro, você irá encontrar casos como os de Andrei Chikatilo – serial killer russo, mundialmente conhecido como “O Açougueiro de Rostov” – o comunista que comia crianças e assassinou mais de 50 vítimas. Conheceremos também a história de Ted Bundy, que serviu inspiração para o filme “O Silêncio dos Inocentes”. Além disso, vamos descobrir todos os crimes cometidos por Aileen Wuornos, que é considerada uma das primeiras mulheres a se tornar serial killer nos EUA. E, não podíamos deixar de fora, os relatos dos crimes do serial killer brasileiro Francisco de Assis, mais conhecido como o “Maníaco do Parque”. 

Lembro como se fosse ontem quando disseram que em São Paulo tinha um maníaco sequestrando e matando mulheres. Eu era muito novinha, mas fiquei chocada em saber que depois de preso ele recebeu várias cartas de mulheres apaixonadas por ele. Não conseguia entender a mente dele e muito menos a delas.
Outro caso que é contado no livro é o da Aileen Wuorns. Pode ser que esse nome seja estranho para você, então vou explicar. Ela recebeu pena de morte depois de se matar seis homens. Foi uma das primeiras mulheres na história dos Estados Unidos a se tornar uma serial killer. Na Netflix tem dois documentários sobre ela e sugiro também que vocês assistam o filme Monster, com a Charlyze Theron, um filmaço! A história dela é bem triste, é mais ou menos "o sistema a obrigou a fazer a isso".

São várias histórias assustadoras e acho que vale muito a pena a leitura, ainda mais se você, assim como eu, é muito fã desse tipo de livro. Paguei dez reais, mas você encontra ele para comprar online, é só acessar o site da Discovery Publicações.

quinta-feira, agosto 10, 2017

PROJETO DAY BY DAY: O MELHOR DE MIM

Fazia tempo que eu não participava de nenhum projeto com blogueiras amigas. E olha que não é por falta de vontade não, é porque normalmente eu prefiro não me comprometer com datas, já que sou uma pessoa extremamente desorganizada com prazos. Mas aí, a maravilhosa Cintia deu ideia da gente fazer alguma coisa com as outras meninas do grupo mais legal do telegram, sendo assim, cá estou para falar um pouco sobre mim e o que vejo de melhor na minha pessoa.

Agora estou com 28 anos, mas somente até sexta-feira, dia 11 às 23:59. Sou fornada em Letras, entrei na faculdade lá em 2007, graças a uma bolsa só Prouni, quando tudo ainda era mato e o processo seletivo totalmente diferente. Por um pouquinho eu não precisei da minha mãe para fazer minha matricula, já que eu ainda não tinha 18 anos. Inicialmente escolhi o curso porque não havia nada de cálculo, depois eu simplesmente me tornei a pessoa mais apaixonada pelo curso que você vai conhecer. 

Também sou da época em que a internet era só mato e o My Space nem era uma plataforma de música, mas sim para blogar. Lembra daqueles GIFs cheios de glitter? Meu primeiro blog era basicamente feito disso. Logo depois conheci o flogão, que por mais que eu tente apagar insiste em permanecer no ar. Foi aí que começou minha paixão por fotografia e internet. Escrever? Eu já amava desde os primórdios do "meu querido diário".

Minha primeira câmera digital foi uma que mais parecia um chaveiro ou caixa de fósforo, como diziam as amigas na escola. Rendeu muitas lembranças maravilhosas. Depois disso eu fui trocando de câmera até chegar na T3 que até hoje está aqui e foi minha última câmera. Há alguns anos, minha vida super rotineira deu uma reviravolta e por isso, eu parei nela.

Eu trabalhava em uma empresa muito legal. O chefe era chato, porque brincava demais - e hoje eu sinto muita falta disso. Fiquei lá por dois anos. Quando saí, resolvi usar minhas habilidades fotográficas para ganhar uma grana e deu muito certo, mas eu ainda precisava trabalhar fora, já que normalmente "fotógrafos não trabalham" e como ainda moro com meus pais, é bem complicado ser freelancer. Durante muitos anos tudo o que eu fiz foi estudar para concurso e sempre foi um sonho, porque Brasília é a capital dos concursos. Fui trabalhar em um fast food, levei uma queda, fraturei o osso do ombro e descobri o que é comer o pão que o diabo amassou. Sobrevivi. Com dores infinitas mas sobrevivi.

Desde início do ano venho me dedicando ao meu casamento que está mais perto do que longe. Estou com o Rodrigo há oito anos e sempre adiamos essa história, mas chegou a um ponto em que precisamos do nosso cantinho e da nossa vida. Compramos várias coisas legais que são nossa cara e estamos com uma única pendência para nos mudar. Era para ter acontecido dia 26 de junho, mas tudo tem seu tempo, então ainda não aconteceu. Atualmente meu quarto é um depósito de coisas de casa e o do Rodrigo, de móveis e eletrodomésticos. Temos ainda dois gatos que estão na casa atual dele e outros dois que vamos adotar depois da mudança.

Há uma semana eu pedi demissão, mesmo não podendo, visto o casamento super próximo, porém teve que ser. Tenho mais livros do que eu consigo ler e sou uma consumista em recuperação. Assisto várias séries ao mesmo tempo, bem como desenhos e animes, alguns vi apenas o primeiro episódio, mas está valendo. Pretendo dar aulas de português e inglês e trabalhar com revisão de textos. Estou me aprimorando nisso de criar conteúdo para a internet, porque mesmo fazendo isso há anos, sinto que ainda tenho muito o que aprender.

Venho repensando meus hábitos e pretendo mudar, pelo menos 70% deles. Sou uma tia coruja, que se estressa com todos eles, mas que tem amor de sobra. Faço tratamento para ansiedade, já tive surtos de depressão e já quis morrer várias vezes, mas estou em processo e cada vez menos eu penso nisso. Procuro extrair o melhor da minha vida e tento entender que não posso controlar tudo ao meu redor. Além de tudo isso, sei que sou uma pessoa muito legal e que dá risada até do vento, sei que ainda tenho tempo para ser feliz e é por isso que estou aqui. 

Mesmo longe, sei que tenho um grupo de pessoas maravilhosas que sempre vão me ouvir quando eu precisar e até comemoram minhas conquistas junto comigo via Telegram, preciso dizer que sou muito agradecida por tê-las na minha vida?
São elas:

Karine // Claudia // Clara // Cintia // Katarina // Jaque // Stéfhanie // Lorraine 

quarta-feira, agosto 09, 2017

UM DIA, DECIDI MUDAR

Do dia para a noite, muitas coisas mudam na sua vida. Aquele seu emprego recém ~finalmente conseguido já era, os planos de mudança precisam ser adiados e você está cansado de tudo ao redor. Ou melhor, de grande parte das coisas ao seu redor. Os últimos quatro dias estão mais ou menos assim para mim. Sei que comecei o texto um tanto dramática, mas é assim que as coisas estão.

Com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, eu simplesmente não podia adiar a decisão que já tinha tomado há alguns meses: cortar o cabelo. Você pode estar pensando: 'ah, mas é só um corte de cabelo', mas para mim é mais do que isso. Já tive o cabelo curto e bem grande e faz uns cinco anos que não corto assim. Eu não aguentava mais demorar horas lavando o cabelo e acabava fazendo isso apenas duas vezes na semana, isso quando não estendia por um tempo maior. Não aguentava mais dormir e o acordar com a sensação de que estou morrendo, sendo que na verdade era só o cabelo enrolado no meu pescoço.

Decidi que não iria me apegar a isso, já que cabelo cresce. Além disso, eu já tinha feito a tentativa de usar ele colorido, se vocês bem lembram. Mas percebi que isso de ficar descolorindo, pintando, retocando não é pra mim. Tô cansada e com preguiça. Precisava de mais leveza. E foi assim que, primeiro optei por começar a técnica low poo, já que ele estava caindo aos montes e isso me dava um baita tristeza. Depois percebi que aquelas pontas não estavam bonitas, muito pelo contrário. Procurei uns cortes na internet e vinha adiando. Na segunda-feira - 31/07 - várias coisas aconteceram e foi aí que eu não aguentei mais.
Precisava me sentir mais bonita, diferente, cansei daquela aparência e daquele cabelo. Cortei. Fiz um long bob e, olha, estou apaixonada desde então. É como se tivessem me tirado um peso das costas. Ou melhor, da cabeça. Coisa boba? Sim, mas para mim é só o início de grandes mudanças.

domingo, julho 30, 2017

SÉRIE | FRIENDS FROM COLLEGE

Apesar de ser fanática por séries dramáticas e de suspense, de vez em quando eu tento algo diferente, como comédias, por exemplo. Não preciso dizer que a Netflix arrasa nas produções originais e, mesmo que algumas séries não sejam muito bem recebidas pela crítica, não é possível negar que ela manda muito bem, sim! Lançada no início do mês, a série Amigos da Faculdade entrou para roll das minhas séries queridinhas, mas já prevejo um cancelamento vindo por aí.

sexta-feira, julho 28, 2017

COISAS ALEATÓRIAS QUE ESTOU AMANDO

Sabe quando você encontra tanta coisa legal por aí, mas que não rola fazer um post unicamente para aquilo? Embora seja muito legal, não sei se conseguiria fazer um post falando sobre álcool em gel, por exemplo. E aí que ultimamente tenho encontrado tantas coisas legal, produtos bons e fofos que eu acho que eles merecem um lugarzinho especial por aqui.

segunda-feira, julho 17, 2017

FESTIVAL DO AÇAÍ E SORVETE NO PARQUE DA CIDADE

Uma coisa que eu reparei aqui no blog é que os posts mais acessados são aqueles mais pessoais, que conto algo sobre minha vida e sobre como tudo está do lado de cá, por exemplo, esse texto. Acho bem legal, porque sei que quando preciso desabafar sempre tem um monte de gente linda com mensagens maravilhosas para mim. Pensando nisso, decidi compartilhar com vocês minha ida ao Festival do Açaí e do Sorvete que teve esse final de semana aqui em Brasília.
Aqui em Brasília tem muito essa coisa de festival, mas normalmente não me empolgo muito, já que os preços costumam ser bem altinhos. Não sei se vocês sabem, mas Brasília é toda gourmetizada. Tudo aqui, a meu ver, é bem mais caro do que qualquer coisa. Mas ainda assim fui ao festival de pizza e, agora, ao festival do sorvete e do açaí.

Eu sou muito louca por açaí e o Rodrigo por sorvete. Tínhamos comentado sobre  o evento há algum tempo, mas acabei deixando a ideia de lado. Sábado o dia foi bem puxado - para quem não sabe eu trabalho em escalada 12x36, de 11:30 às 23:30, mas é bem comum eu sair de lá depois de 00h - e minha intenção era passar o domingo fazendo vários nada. Eis que acordo com o Rodrigo me ligando e dizendo que iríamos tomar açaí, mas que não era pra eu ir de pijama, porque seria no Parque da Cidade. Se eu ri? Até agora! Já viu o quanto ele me conhece, né, amores?
O evento aconteceu no ~tão famosinho por aqui estacionamento quatro do Parque e assim que chegamos lá deu para ver que os preços estavam até bons. Sabe aquela sensação de paraíso? Foi assim que fiquei ao saber que estava rodeada por açaí, os olhos chega brilharam. Como açaí é uma coisa que enche pra caramba, nós selecionamos bem o que iríamos pedir. No primeiro estande que paramos, tinha uma placa escrito 'acompanhamentos a vontade' e que de a vontade não tinha nadinha. Enfim, o açaí era bom e ainda vinha com sorvete combinação legal.
Depois decidi que eu queria um açaí artesanal, queria bancar a hipster. Realmente era bem mais saboroso e o preço razoável. Pagamos R$15 em um pote de 500ml. Aqui onde eu moro, essa mesma quantidade de açaí ~não artesanal é em torno de R$9. Conseguimos provar várias coisas legais e acho que valeu muito a pena passar pelo festival.
Outra coisa muito legal que o festival trouxe, foi o estande de doação de pets. Eu nunca tinha visto de perto esse tipo de ação e confesso que dá uma dorzinha no coração por ver aqueles bebês tão fofos esperando um lar. Se eu pudesse teria pegado todos para mim. O que conforta é saber que mesmo que eles não tenham sido adotados eles são muito bem cuidadinhos. Torço para que a maioria ali tenha conseguido um humano para amar.
Além de muita coisa gostosa, teve, ainda, uma feirinha de artesanato, que tinha diversas coisas legais. Comprei uma brusinha fofa de unicórnio por R$20 e precisei confirmar várias vezes com a moça se era mesmo esse preço. É tão raro, né? E faz tempo que procuro peças de unicórnio e não acho, quando acho, custam um rim. Teve música ao vivo com bandas autorais da cidade, o que acho muito legal, visto que hoje em dia é bem raro ter espaço para essas coisas. 

Foi tudo muito divertido e valeu demais deixar a Netflix e minha cama um pouco de lado. Às vezes tenho essa coisa de querer apenas descansar e acabo deixando de fazer várias coisas. Ainda bem que ontem não foi assim.

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