A probabilidade estatística do amor à primeira vista

sexta-feira, outubro 03, 2014

Quero iniciar esse post dizendo que estou tentando me abrir mais à leituras que fogem do clássico, estilo que eu não dispenso jamais. Acontece que há uns dois anos eu decidi que daria uma chance aos best sellers e afins e venho tentando por isso em prática. No entanto, é uma coisa bem complicada, porque eu julgo o livro pela capa e pela popularidade porque sim! 
E, um dia eu decidi ler A probabilidade estatística do amor à primeira vista já que achei a capa legal e também não estava com vontade de ler outro livro; acabei gostando.

Mini resumo: Ele conta a história de Hadley, uma adolescente que está indo de Nova Iorque ao casamento do pai na Inglaterra e, por causa de 4 minutos de atraso, conhece um garoto chamado Oliver, que pegará o mesmo voo que o dela. O tempo de espera no aeroporto e as próximas sete horas mudarão a vida dos dois. É tempo suficiente para Oliver saber quase tudo o que se passa com Hadley e o fato de estar sendo péssimo ter que ver o pai dela se casar novamente, e ainda ser madrinha a pedido da nova madrasta. Muita coisa acontece depois da chegada em Londres.

O que eu achei: É uma leitura bem tranquila e se brincar você lê em um dia apenas. Por incrível que pareça ele me prendeu e enquanto eu não estava lendo, estava pensando nele e no que poderia acontecer a seguir. Apesar de ser uma história bonitinha, achei que faltou algo a mais no final. Deu a imprensão de que a autora estava empolgada para escrever no início e no final perdeu a criatividade ou por algum motivo precisou para, não sei. Fora isso, achei bem bonita a relação da Hadley com o pai dela, aliás, essa relação, para mim, foi bem mais chamativa, digamos assim, do que a história do amor à primeira vista, que apesar de ser o assunto principal, ficou em segundo plano. Sem falar também nos monstros que a garota havia criado durante anos e no dia do casamento eles foram desfeitos, como é o caso da madrasta, sua família e amigos dos dois.
É bem incrível e é até próximo da realidade, pois nós temos esse costume de ter medo do novo e transformá-lo em algo que, na maioria das vezes, nos assombra até o dia em que descobrimos que não é tão mal assim.

A quem recomendo: A todos aqueles que gostam de romancezinhos e historinhas fofas de amor e qualquer ser humano que considere leitura uma coisa chata, o que por incrível que pareça existe mesmo, mas ainda assim gosta de ler uma coisa aqui e outra ali. É uma ótima forma de  iniciar esse maravilhoso mundo que é a leitura.

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